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O que Moneyball ensina sobre como construir uma grande equipa sem ter um grande orçamento


🎬 Moneyball é um filme sobre o que é preciso para construir uma equipa capaz de contrariar as probabilidades e vencer os mais fortes.


🏏Inspirado no livro The Art of Winning an Unfair Game - de Michael Lewis, conta a história verídica de Billy Beane - interpretado por Brad Pitt, Diretor da equipa de basebol Oakland Athletics, que tem de reinventar a sua equipa mas não tem orçamento para contratar os jogadores que gostaria. Nas palavras do proprietário do clube: "Encontra jogadores com o dinheiro que temos."


💡 Forçado a renovar a equipa, decide então arriscar numa nova estratégia e mudar para sempre a forma como era feito o recrutamento de jogadores e a construção das equipas. Com o apoio de Peter Brand - um jovem estudioso da modalidade, o mote passa a ser "temos de pensar diferente"...


⚠️ O problema de Billy Beane é o mesmo que enfrentam muitos gestores e treinadores, de empresas ou equipas desportivas: como conseguir construir uma equipa de um nível superior ao nível dos recursos disponíveis. Isso acontece na sua empresa? Ou no seu clube? Então confira as minhas cinco aprendizagens do filme que podem ser aplicáveis ao seu contexto:


1️⃣ Arriscar e inovar - partindo do principio de que se fizermos o que sempre fizemos, vamos ter o que sempre tivemos, é preciso criar algo extraordinário para atingir patamares extraordinários. E isso implica correr riscos, fazer diferente e não seguir o modelo tradicional assente no "sempre se fez assim" que está em vigor há demasiado tempo.


2️⃣ Definir critérios claros - Quando se escolhem jogadores para construir uma equipa, quais são os critérios?... A posição em campo? A função na empresa? A idade? A experiencia anterior? As competências técnicas? A capacidade física? A atitude? A oportunidade de mercado? E se esse em que está a pensar for o jogador certo para a posição mas não a pessoa certa para a equipa? Qual o critério que prevalece?


3️⃣ Analisar os números - No filme, os habituais "olheiros" classificam os jogadores ignorando aquilo que eles são capazes de produzir: números! Podemos não gostar de ver aquele jogador naquela função, ou na outra, mas efetivamente onde é mais produtivo? O que dizem os números? Qual a percentagem de eficácia nesta função e na outra? Aqui está um dos segredos desta mudança radical no recrutamento: sustentar as opiniões com números e estatísticas que provam quem de facto é melhor.


4️⃣ Valorizar os desvalorizados - O caminho para o alto rendimento não é uma linha reta e muitos jogadores perdem-se nesses meandros. Muitos deles não tiveram as oportunidades devidas nos momentos certos, outros não as aproveitaram e só depois aprenderam com isso. Há, nesses atletas, ainda algo para potenciar e para valorizar, mesmo que já todos os tenham esquecido. É dessa oportunidade que muitos precisam para provar que todos estavam errados.


5️⃣ Confirmar com os resultados - Se a equipa tem as pessoas certas nas funções certas e o processo está a amadurecer, é inevitável que tenha resultados. Pode não ter hoje. Pode não ter amanhã. Mas vai ter, mesmo que não ganhe sempre. A questão é quanto tempo estão os dirigentes disponíveis para esperar por esses resultados.


❓ Com curiosidade para saber o final? Assista ao filme!

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